segunda-feira, 16 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Prece
Ó Senhor, Deus da vida, que cuidas de toda a criação, dai-nos a paz.
Que a nossa segurança não venha das armas, mas do respeito.
Que a nossa força não seja a violência, mas o amor.
Que a nossa riqueza não seja o dinheiro, mas a partilha.
Que o nosso caminho não seja a ambição, mas a justiça.
Que a nossa vitória não seja a vingança, mas o perdão.
Desarmados e confiantes, queremos defender a dignidade de toda a criação, partilhando, hoje e sempre, o pão da solidariedade e da paz.
Por Jesus Cristo, teu filho divino, nosso irmão, que feito vítima da nossa violência, ainda do alto da cruz, deu a todos o teu perdão.
Amém.
Que a nossa segurança não venha das armas, mas do respeito.
Que a nossa força não seja a violência, mas o amor.
Que a nossa riqueza não seja o dinheiro, mas a partilha.
Que o nosso caminho não seja a ambição, mas a justiça.
Que a nossa vitória não seja a vingança, mas o perdão.
Desarmados e confiantes, queremos defender a dignidade de toda a criação, partilhando, hoje e sempre, o pão da solidariedade e da paz.
Por Jesus Cristo, teu filho divino, nosso irmão, que feito vítima da nossa violência, ainda do alto da cruz, deu a todos o teu perdão.
Amém.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Falando com Deus
Um homem sussurrou: Deus, fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar. Mas o homem não ouviu.
Então o homem repetiu: Deus, fale comigo.
E um trovão ecoou nos céus. Mas o homem foi incapaz de ouvir.
O homem olhou em volta e disse: Deus, deixe-me vê-lo.
E uma estrela brilhou no céu. Mas o homem não a notou.
O homem começou a gritar: Deus, mostre-me um milagre.
E uma criança nasceu. Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.
Então o homem começou a chorar e a se desesperar: Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está comigo.
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro. O homem espantou a borboleta com a mão e, desiludido, continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.
Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus está sempre onde está a vida?
Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações fechados para o milagre da vida que se apresenta diante de nós em todos os momentos?
E um rouxinol começou a cantar. Mas o homem não ouviu.
Então o homem repetiu: Deus, fale comigo.
E um trovão ecoou nos céus. Mas o homem foi incapaz de ouvir.
O homem olhou em volta e disse: Deus, deixe-me vê-lo.
E uma estrela brilhou no céu. Mas o homem não a notou.
O homem começou a gritar: Deus, mostre-me um milagre.
E uma criança nasceu. Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.
Então o homem começou a chorar e a se desesperar: Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está comigo.
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro. O homem espantou a borboleta com a mão e, desiludido, continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.
Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus está sempre onde está a vida?
Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações fechados para o milagre da vida que se apresenta diante de nós em todos os momentos?
sábado, 14 de março de 2009
As batalhas do homem de conhecimento !
Quando um homem começa a aprender, ele nunca sabe muito claramente quais são seus objetivos. Seu propósito é falho; sua intenção, vaga. Espera recompensas que nunca se materializarão, pois não conhece nada das dificuldades da aprendizagem. "Devagar, ele começa a aprender... a princípio, pouco a pouco, e depois em porções grandes. E logo seus pensamentos entram em choque. O que aprende nunca é o que ele imaginava, de modo que começa a ter medo. Aprender nunca é o que se espera. Cada passo da aprendizagem é uma nova tarefa, e o medo que o homem sente começa a crescer impiedosamente, sem ceder.
Seu propósito torna-se um campo de batalha. "E assim ele se depara com o primeiro de seus inimigos naturais: o medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro, e difícil de vencer. Permanece oculto em todas as voltas do caminho, rondando, à espreita. E se o homem, apavorado com sua presença, foge, seu inimigo terá posto um fim à sua busca." O que acontece com o homem se ele fugir com medo? Nada lhe acontece, a não ser que nunca aprenderá. Nunca se tornará um homem de conhecimento. Talvez se torne um tirano, ou um pobre homem apavorado e inofensivo; de qualquer forma, será um homem vencido. Seu primeiro inimigo terá posto fim a seus desejos. E o que pode ele fazer para vencer o medo? - A resposta é muito simples. Não deve fugir. Deve desafiar o medo, e, a despeito dele, deve dar o passo seguinte na aprendizagem, e a seguinte, e o seguinte.
Deve ter medo, plenamente, e no entanto não deve parar. É esta a regra! E o momento chegará em que seu primeiro inimigo recua. O homem começa a se sentir seguro de si. Seu propósito torna-se mais forte. Aprender não é mais uma tarefa aterradora. Quando chega esse momento feliz, o homem pode dizer sem hesitar que derrotou seu primeiro inimigo natural. Isso acontece de uma vez, ou aos poucos? - Acontece aos poucos, e no entanto o medo é vencido de repente e depressa. Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova? Não. Uma vez que o homem venceu o medo, fica livre dele o resto da vida, porque, em vez do medo, ele adquiriu a clareza... uma clareza de espírito que apaga o medo. Então, o homem já conhece seus desejos; sabe como satisfazê-los. Pode antecipar os novos passos na aprendizagem e uma clareza viva cerca tudo.
O homem sente que nada se lhe oculta. "E assim ele encontra seu segundo inimigo: a clareza! Essa clareza de espírito, que é tão difícil de obter, elimina o medo, mas também cega. "Obriga o homem a nunca duvidar de si. Dá-lhe a segurança de que ele pode fazer o que bem entender, pois ele vê tudo claramente. E ele é corajoso, porque é claro; e não pára diante de nada, porque é claro. Mas tudo isso é um engano; é como uma coisa incompleta. Se o homem sucumbir a esse poder de faz-de-conta, terá sucumbido a seu segundo inimigo e tateará com a aprendizagem. Vai precipitar-se quando devia ser paciente, ou vai ser paciente quando devia precipitar-se. E tateará com a aprendizagem até acabar incapaz de aprender qualquer coisa mais."
- O que acontece com um homem que é derrotado assim? Ele morre por isso? Não, não morre. Seu inimigo acaba de impedi-lo de se tomar um homem de conhecimento; em vez disso, o homem pode tomar-se um guerreiro valente, ou um palhaço. No entanto, a clareza, pela qual ele pagou tão caro, nunca mais se transformará de novo em trevas ou medo. Será claro enquanto viver, mas não aprenderá nem desejará nada. - Mas o que tem de fazer para não ser vencido? - Tem de fazer o que fez com o medo: tem de desafiar sua clareza e usá-la só para "ver", e esperar com paciência e medir com cuidado antes de dar novos passos; deve pensar, acima de tudo, que sua clareza é quase um erro. E virá um momento em que ele compreenderá que sua clareza era apenas um ponto diante de sua vista. E assim ele terá vencido seu segundo inimigo, e estará numa posição em que nada mais poderá prejudicá-lo. Isso não será um engano. Não será um ponto, diante da vista. Será o verdadeiro poder.
"Ele saberá a essa altura que o poder que vem buscando há tanto tempo é seu, por fim. Pode fazer o que quiser com ele. Seu aliado está às suas ordens. Seu desejo é ordem. Vê tudo o que está em volta. Mas também encontra seu terceiro inimigo: o poder! "O poder é o mais forte de todos os inimigos. E, naturalmente, a coisa mais fácil é ceder; afinal de contas, o homem é realmente invencível. Ele comanda; começa correndo riscos calculados e termina estabelecendo regras, porque é um senhor. "Um homem nesse estágio quase nem nota que seu terceiro inimigo se aproxima. E de repente, sem saber, certamente terá perdido a batalha. Seu inimigo o terá transformado num homem cruel e caprichoso." - E ele perderá o poder? - Não, ele nunca perderá sua clareza nem seu poder. - Então o que o distinguirá de um homem de conhecimento? - Um homem que é derrotado pelo poder morre sem realmente saber manejá-lo.
O poder é apenas uma carga em seu destino. Um homem desses não tem domínio sobre si, e não sabe quando ou como usar seu poder. - A derrota por algum desses inimigos é uma derrota final? Claro que é final-.' Uma vez que esses inimigos dominem o homem, não há, nada que ele possa fazer. - Será possível, por exemplo, que o homem derrotado pelo poder veja seu erro e se emende? - Não. Uma vez que o homem cede, está liquidado. - Mas e se ele estiver temporariamente cego pelo poder, e depois o recusar?. - Isso significa que a batalha continua. Isso significa que ele ainda está tentando ser um homem de conhecimento. O indivíduo é derrotado quando não tenta mais e se abandona. - Mas então, é possível a um homem se entregar ao medo durante anos, mas no fim vencê-lo. - Não, isso não é verdade. Se ele ceder ao medo, nunca o vencerá, porque se desviará do conhecimento e nunca mais tentará. Mas se procurar aprender durante anos no meio de seu medo, acabará dominando-o, porque nunca se entregou realmente a ele. - E como o homem pode vencer seu terceiro inimigo? Também tem de desafiá-lo, propositadamente.
Tem de vir a compreender que o poder que parece ter adquirido na verdade nunca é seu. Deve controlar-se em todas as ocasiões, tratando com cuidado e lealdade tudo o que aprendeu. Se conseguir ver que a clareza e o poder, sem controle, são piores do que os erros, ele chegará a um ponto em que tudo está controlado. Então, saberá quando e como usar seu poder. E assim terá derrotado seu terceiro inimigo. "O homem estará, então, no fim de sua jornada do saber, e quase sem perceber encontrará seu último inimigo- a velhice! Este inimigo é o mais cruel de todos, o único que ele não conseguirá derrotar completamente, mas apenas afastar.
"É o momento em que o homem não tem mais receios, não tem mais impaciências de clareza de espírito... um momento em que todo o seu poder está controlado, mas também o momento em que ele sente um desejo irresistível de descansar. Se ele ceder completamente a seu desejo de se deitar e esquecer, se ele se afundar na fadiga, terá perdido a última batalha, e seu inimigo o reduzirá a uma criatura velha e débil. Seu desejo de se retirar dominará toda a sua clareza, seu poder e sabedoria. "Mas se o homem sacode sua fadiga e vive seu destino completamente, então poderá ser chamado de um homem de conhecimento, nem que seja no breve momento em que ele consegue lutar contra o seu último inimigo invencível. Esse momento de clareza, poder e conhecimento é o suficiente."
Seu propósito torna-se um campo de batalha. "E assim ele se depara com o primeiro de seus inimigos naturais: o medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro, e difícil de vencer. Permanece oculto em todas as voltas do caminho, rondando, à espreita. E se o homem, apavorado com sua presença, foge, seu inimigo terá posto um fim à sua busca." O que acontece com o homem se ele fugir com medo? Nada lhe acontece, a não ser que nunca aprenderá. Nunca se tornará um homem de conhecimento. Talvez se torne um tirano, ou um pobre homem apavorado e inofensivo; de qualquer forma, será um homem vencido. Seu primeiro inimigo terá posto fim a seus desejos. E o que pode ele fazer para vencer o medo? - A resposta é muito simples. Não deve fugir. Deve desafiar o medo, e, a despeito dele, deve dar o passo seguinte na aprendizagem, e a seguinte, e o seguinte.
Deve ter medo, plenamente, e no entanto não deve parar. É esta a regra! E o momento chegará em que seu primeiro inimigo recua. O homem começa a se sentir seguro de si. Seu propósito torna-se mais forte. Aprender não é mais uma tarefa aterradora. Quando chega esse momento feliz, o homem pode dizer sem hesitar que derrotou seu primeiro inimigo natural. Isso acontece de uma vez, ou aos poucos? - Acontece aos poucos, e no entanto o medo é vencido de repente e depressa. Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova? Não. Uma vez que o homem venceu o medo, fica livre dele o resto da vida, porque, em vez do medo, ele adquiriu a clareza... uma clareza de espírito que apaga o medo. Então, o homem já conhece seus desejos; sabe como satisfazê-los. Pode antecipar os novos passos na aprendizagem e uma clareza viva cerca tudo.
O homem sente que nada se lhe oculta. "E assim ele encontra seu segundo inimigo: a clareza! Essa clareza de espírito, que é tão difícil de obter, elimina o medo, mas também cega. "Obriga o homem a nunca duvidar de si. Dá-lhe a segurança de que ele pode fazer o que bem entender, pois ele vê tudo claramente. E ele é corajoso, porque é claro; e não pára diante de nada, porque é claro. Mas tudo isso é um engano; é como uma coisa incompleta. Se o homem sucumbir a esse poder de faz-de-conta, terá sucumbido a seu segundo inimigo e tateará com a aprendizagem. Vai precipitar-se quando devia ser paciente, ou vai ser paciente quando devia precipitar-se. E tateará com a aprendizagem até acabar incapaz de aprender qualquer coisa mais."
- O que acontece com um homem que é derrotado assim? Ele morre por isso? Não, não morre. Seu inimigo acaba de impedi-lo de se tomar um homem de conhecimento; em vez disso, o homem pode tomar-se um guerreiro valente, ou um palhaço. No entanto, a clareza, pela qual ele pagou tão caro, nunca mais se transformará de novo em trevas ou medo. Será claro enquanto viver, mas não aprenderá nem desejará nada. - Mas o que tem de fazer para não ser vencido? - Tem de fazer o que fez com o medo: tem de desafiar sua clareza e usá-la só para "ver", e esperar com paciência e medir com cuidado antes de dar novos passos; deve pensar, acima de tudo, que sua clareza é quase um erro. E virá um momento em que ele compreenderá que sua clareza era apenas um ponto diante de sua vista. E assim ele terá vencido seu segundo inimigo, e estará numa posição em que nada mais poderá prejudicá-lo. Isso não será um engano. Não será um ponto, diante da vista. Será o verdadeiro poder.
"Ele saberá a essa altura que o poder que vem buscando há tanto tempo é seu, por fim. Pode fazer o que quiser com ele. Seu aliado está às suas ordens. Seu desejo é ordem. Vê tudo o que está em volta. Mas também encontra seu terceiro inimigo: o poder! "O poder é o mais forte de todos os inimigos. E, naturalmente, a coisa mais fácil é ceder; afinal de contas, o homem é realmente invencível. Ele comanda; começa correndo riscos calculados e termina estabelecendo regras, porque é um senhor. "Um homem nesse estágio quase nem nota que seu terceiro inimigo se aproxima. E de repente, sem saber, certamente terá perdido a batalha. Seu inimigo o terá transformado num homem cruel e caprichoso." - E ele perderá o poder? - Não, ele nunca perderá sua clareza nem seu poder. - Então o que o distinguirá de um homem de conhecimento? - Um homem que é derrotado pelo poder morre sem realmente saber manejá-lo.
O poder é apenas uma carga em seu destino. Um homem desses não tem domínio sobre si, e não sabe quando ou como usar seu poder. - A derrota por algum desses inimigos é uma derrota final? Claro que é final-.' Uma vez que esses inimigos dominem o homem, não há, nada que ele possa fazer. - Será possível, por exemplo, que o homem derrotado pelo poder veja seu erro e se emende? - Não. Uma vez que o homem cede, está liquidado. - Mas e se ele estiver temporariamente cego pelo poder, e depois o recusar?. - Isso significa que a batalha continua. Isso significa que ele ainda está tentando ser um homem de conhecimento. O indivíduo é derrotado quando não tenta mais e se abandona. - Mas então, é possível a um homem se entregar ao medo durante anos, mas no fim vencê-lo. - Não, isso não é verdade. Se ele ceder ao medo, nunca o vencerá, porque se desviará do conhecimento e nunca mais tentará. Mas se procurar aprender durante anos no meio de seu medo, acabará dominando-o, porque nunca se entregou realmente a ele. - E como o homem pode vencer seu terceiro inimigo? Também tem de desafiá-lo, propositadamente.
Tem de vir a compreender que o poder que parece ter adquirido na verdade nunca é seu. Deve controlar-se em todas as ocasiões, tratando com cuidado e lealdade tudo o que aprendeu. Se conseguir ver que a clareza e o poder, sem controle, são piores do que os erros, ele chegará a um ponto em que tudo está controlado. Então, saberá quando e como usar seu poder. E assim terá derrotado seu terceiro inimigo. "O homem estará, então, no fim de sua jornada do saber, e quase sem perceber encontrará seu último inimigo- a velhice! Este inimigo é o mais cruel de todos, o único que ele não conseguirá derrotar completamente, mas apenas afastar.
"É o momento em que o homem não tem mais receios, não tem mais impaciências de clareza de espírito... um momento em que todo o seu poder está controlado, mas também o momento em que ele sente um desejo irresistível de descansar. Se ele ceder completamente a seu desejo de se deitar e esquecer, se ele se afundar na fadiga, terá perdido a última batalha, e seu inimigo o reduzirá a uma criatura velha e débil. Seu desejo de se retirar dominará toda a sua clareza, seu poder e sabedoria. "Mas se o homem sacode sua fadiga e vive seu destino completamente, então poderá ser chamado de um homem de conhecimento, nem que seja no breve momento em que ele consegue lutar contra o seu último inimigo invencível. Esse momento de clareza, poder e conhecimento é o suficiente."
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O Foco
Por isso o juízo está longe de nós, e a justiça não nos alcança; Esperamos a luz, mas contemplamos a escuridão.
Isaías 59, 9
Isaías 59, 9
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Seu valor
- Tenho feito o melhor. Tenho procurado me esforçar para estar sempre ajudando meu próximo. Entretanto, ninguém parece me dar valor - disse o discípulo ao mestre.
Os dois foram até o campo. Ali, no meio do trigal imenso, havia uma papoula solitária.
- Para quem ela se mostra? - perguntou o mestre. - Para onde estão voltadas as suas pétalas?
- Para o céu - respondeu o discípulo. - Como é bela!
- Você dificilmente veria sua beleza no meio do trigal - disse o mestre. - Ela não pensa na admiração do viajante que passa ao acaso; está vivendo sua missão, que é ser uma papoula.
“Mas o sol a vê todos os dias, lhe dá sua luz generosa. Da mesma maneira, Deus vê os esforços do homem, e derrama suas bençãos sobre ele”.
Os dois foram até o campo. Ali, no meio do trigal imenso, havia uma papoula solitária.
- Para quem ela se mostra? - perguntou o mestre. - Para onde estão voltadas as suas pétalas?
- Para o céu - respondeu o discípulo. - Como é bela!
- Você dificilmente veria sua beleza no meio do trigal - disse o mestre. - Ela não pensa na admiração do viajante que passa ao acaso; está vivendo sua missão, que é ser uma papoula.
“Mas o sol a vê todos os dias, lhe dá sua luz generosa. Da mesma maneira, Deus vê os esforços do homem, e derrama suas bençãos sobre ele”.
Ao amor em Cristo
“Abri, Senhor, o meu coração à Vossa lei. Ensinai-me a trilhar o caminho de vossos mandamentos.
“Dá-me a graça de conhecer Vossa vontade, para que possa render-vos dignas ações de graças. Quem maiores graças recebeu, não pode gloriar-se do seu mérito, nem exaltar-se acima dos outros, pois maior e melhor é quem menos atribui a si mesmo tais benefícios; de Vós procedem todas as coisas.
“Nada, pois, deve alegrar tanto quem Vos ama, que a chance de poder cumprir a Vossa vontade. Porque a Vossa vontade e o amor de vossa glória devem superar a tudo, consolar a todos, e agradar mais que os benefícios presentes e futuros”.
“Dá-me a graça de conhecer Vossa vontade, para que possa render-vos dignas ações de graças. Quem maiores graças recebeu, não pode gloriar-se do seu mérito, nem exaltar-se acima dos outros, pois maior e melhor é quem menos atribui a si mesmo tais benefícios; de Vós procedem todas as coisas.
“Nada, pois, deve alegrar tanto quem Vos ama, que a chance de poder cumprir a Vossa vontade. Porque a Vossa vontade e o amor de vossa glória devem superar a tudo, consolar a todos, e agradar mais que os benefícios presentes e futuros”.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
A Barack Obama
Faço minhas as suas palavras :
"Neste dia, nos reunimos (e comemoramos) porque escolhemos esperança em vez de medo, unidade de propósito em vez de conflito e discordância" !
"Neste dia, nos reunimos (e comemoramos) porque escolhemos esperança em vez de medo, unidade de propósito em vez de conflito e discordância" !
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Vida Reta
O caminho para a iluminação se inicia em 8 etapas:
1. Uma visão reta do mundo e das coisas.
2. Pensamento reto, controle das idéias e desejos.
3. Palavra reta, de acordo com o pensamento (reto).
4. Vida reta, de acordo com a sabedoria das idéias contidas no pensamento.
5. Ação reta.
6. Trabalho reto (esforço), profissão reta.
7. Conhecimento reto implicando em boa instrução e boa ciência.
8. Meditação reta, como chave de tudo, como fonte conhecedora de nós e auto-reguladora de nossas desordens.
O sofrimento, a insatisfação, os conflitos enfim, são a enfermidade, o desejo ou a raiz da doença. Pela remoção ou equilíbrio do desejo, elimina-se a doença. É este o caminho da cura.
1. Uma visão reta do mundo e das coisas.
2. Pensamento reto, controle das idéias e desejos.
3. Palavra reta, de acordo com o pensamento (reto).
4. Vida reta, de acordo com a sabedoria das idéias contidas no pensamento.
5. Ação reta.
6. Trabalho reto (esforço), profissão reta.
7. Conhecimento reto implicando em boa instrução e boa ciência.
8. Meditação reta, como chave de tudo, como fonte conhecedora de nós e auto-reguladora de nossas desordens.
O sofrimento, a insatisfação, os conflitos enfim, são a enfermidade, o desejo ou a raiz da doença. Pela remoção ou equilíbrio do desejo, elimina-se a doença. É este o caminho da cura.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Caminho
Assim diz o Breviário da Cavalaria Medieval:
“A energia espiritual do Caminho utiliza a justiça e a paciência para preparar teu espírito.
“Este é o caminho do Cavaleiro. Um caminho fácil e ao mesmo tempo difícil, porque obriga a deixar de lado as coisas inúteis, as amizades relativas. Por isso, no começo, sente-se tanta hesitação em segui-lo.
“Eis o primeiro ensinamento da Cavalaria: tú irás apagar o que até então tinhas escrito no caderno de tua vida: inquietação, insegurança, mentira. E iras escrever, no lugar disto tudo, a palavra coragem. Começando a jornada com esta palavra, e seguindo com a fé em Deus, chegarás onde precisas”.
“A energia espiritual do Caminho utiliza a justiça e a paciência para preparar teu espírito.
“Este é o caminho do Cavaleiro. Um caminho fácil e ao mesmo tempo difícil, porque obriga a deixar de lado as coisas inúteis, as amizades relativas. Por isso, no começo, sente-se tanta hesitação em segui-lo.
“Eis o primeiro ensinamento da Cavalaria: tú irás apagar o que até então tinhas escrito no caderno de tua vida: inquietação, insegurança, mentira. E iras escrever, no lugar disto tudo, a palavra coragem. Começando a jornada com esta palavra, e seguindo com a fé em Deus, chegarás onde precisas”.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Mãe , Pai !
O homem já estava deitado
Dentro da noite sem cor.
Ia adormecendo, e nisto
À porta um golpe soou.
Não era pancada forte.
Contudo, ele se assustou,
Pois nela uma qualquer coisa
De pressago adivinhou.
Levantou-se e junto à porta
- Quem bate? Ele perguntou.
- Sou eu, alguém lhe responde.
- Eu quem? Torna. – A Morte sou.
Um vulto que bem sabia
Pela mente lhe passou:
Esqueleto armado de foice
Que a mãe lhe um dia levou.
Guardou-se de abrir a porta,
Antes ao leito voltou,
E nele os membros gelados
Cobriu, hirto de pavor.
Mas a porta, manso, manso,
Se foi abrindo e deixou
Ver – uma mulher ou anjo?
Figura toda banhada
De suave luz interior.
A luz de quem nesta vida
Tudo viu, tudo perdoou.
Olhar inefável como
De quem ao peito o criou.
Sorriso igual ao da amada
Que amara com mais amor.
- Tu és a Morte? Pergunta.
E o Anjo torna: - A Morte sou!
Venho trazer-te descanso
Do viver que te humilhou.
-Imaginava-te feia,
Pensava em ti com terror...
És mesmo a Morte? Ele insiste.
- Sim, torna o Anjo, a Morte sou,
Mestra que jamais engana,
A tua amiga melhor.
E o Anjo foi-se aproximando,
A fronte do homem tocou,
Com infinita doçura
As magras mãos lhe cerrou...
Era o carinho inefável
De quem ao peito o criou.
Era a doçura da amada
Que amara com mais amor.
Mãe, Pai...desejo muito que estejam bem... saudades... muitas saudades tuas !
Dentro da noite sem cor.
Ia adormecendo, e nisto
À porta um golpe soou.
Não era pancada forte.
Contudo, ele se assustou,
Pois nela uma qualquer coisa
De pressago adivinhou.
Levantou-se e junto à porta
- Quem bate? Ele perguntou.
- Sou eu, alguém lhe responde.
- Eu quem? Torna. – A Morte sou.
Um vulto que bem sabia
Pela mente lhe passou:
Esqueleto armado de foice
Que a mãe lhe um dia levou.
Guardou-se de abrir a porta,
Antes ao leito voltou,
E nele os membros gelados
Cobriu, hirto de pavor.
Mas a porta, manso, manso,
Se foi abrindo e deixou
Ver – uma mulher ou anjo?
Figura toda banhada
De suave luz interior.
A luz de quem nesta vida
Tudo viu, tudo perdoou.
Olhar inefável como
De quem ao peito o criou.
Sorriso igual ao da amada
Que amara com mais amor.
- Tu és a Morte? Pergunta.
E o Anjo torna: - A Morte sou!
Venho trazer-te descanso
Do viver que te humilhou.
-Imaginava-te feia,
Pensava em ti com terror...
És mesmo a Morte? Ele insiste.
- Sim, torna o Anjo, a Morte sou,
Mestra que jamais engana,
A tua amiga melhor.
E o Anjo foi-se aproximando,
A fronte do homem tocou,
Com infinita doçura
As magras mãos lhe cerrou...
Era o carinho inefável
De quem ao peito o criou.
Era a doçura da amada
Que amara com mais amor.
Mãe, Pai...desejo muito que estejam bem... saudades... muitas saudades tuas !
Aos que partiram !
"Tu és nuvem, és mar, esquecimento; e és também o que perdestes em um momento. Somos todos os que partiram. O reflexo de nosso rosto no espelho muda a cada instante e cada dia tem o seu próprio labirinto. A nuvem que se desfaz no poente é nossa imagem; incessantemente, uma rosa se converte em outra rosa”.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
A Ciência da Mente !
É bem claro como as pessoas se perdem, elas desejam a felicidade mas correm para o sofrimento, embora aspiremos a felicidade ficamos confusos quanto aos meios para alcança-la, quando buscamos felicidade no prazer na intensidade em tantas outras coisas não percebemos que a felicidade é um modo de ser que vem da liberdade interior, não de tentar aproveitar o máximo possível das coisas.
Sua mente é como um moleque mimado, ela se move constantemente pensando no passado imaginando o futuro e nunca no momento presente, então tudo bem você vai se distrair, mas precisa trazer sua mente de volta; a meditação ajuda você a se tornar mestre da sua mente e o controle dela não e a ausência de liberdade, as vezes as pessoas imaginam que ao controlar a mente estarão reduzindo a liberdade, mas veja por exemplo um marinheiro no mar, o que é a liberdade ? deixar o barco ir para onde as correntes e o vento levarem ? isso não é ser livre é ficar a deriva, a verdadeira liberdade é pegar o leme e navegar para onde vc decidiu ir, Isso é liberdade !
Toda vida é transitória, e cada momento do tempo é precioso e você so tem UMA escolha ! A prática contemplativa ajuda a te levar a felicidade e a sabedoria.
Sua mente é como um moleque mimado, ela se move constantemente pensando no passado imaginando o futuro e nunca no momento presente, então tudo bem você vai se distrair, mas precisa trazer sua mente de volta; a meditação ajuda você a se tornar mestre da sua mente e o controle dela não e a ausência de liberdade, as vezes as pessoas imaginam que ao controlar a mente estarão reduzindo a liberdade, mas veja por exemplo um marinheiro no mar, o que é a liberdade ? deixar o barco ir para onde as correntes e o vento levarem ? isso não é ser livre é ficar a deriva, a verdadeira liberdade é pegar o leme e navegar para onde vc decidiu ir, Isso é liberdade !
Toda vida é transitória, e cada momento do tempo é precioso e você so tem UMA escolha ! A prática contemplativa ajuda a te levar a felicidade e a sabedoria.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Sinais
De todas as coisas que existem, algumas estão ao nosso alcance, e outras não. Estão ao nosso alcance: o pensamento, os impulsos, o querer e o não querer - em uma palavra, tudo aquilo cujo resultado são nossas próprias ações.
Mas existem coisas que surgem sem que possamos interferir. Neste caso, é preciso saber olhar - com sabedoria - o que se passa. O que perturba o espírito do homem não são os fatos, mas o julgamento que fazem a respeito dos mesmos.
Não peça que tudo na sua vida siga o caminho de sua vontade.Reze para que as coisas aconteçam como elas precisam acontecer - e verá que tudo é muito melhor do que você estava esperando.
Captar Deus é tê-lo em todas as dimensões da vida, não apenas em situações privilegiadas, como quando se comunga ou se reza. Ter a experiência de Deus sempre - andando na rua, respirando o ar poluído, alegrando-se, tomando cerveja, procurando entender um texto que se esteja estudando. Deus vem misturado com tudo isto; e qualquer situação é suficientemente boa para captá-lo e dizer:” Ele anda conosco”.
A chave do místico é procurar ver o que está por trás de cada coisa, o que a constitui e sustenta. Não ficar preso ao superficial, - mas fazer de tudo um símbolo, um sinal, um sacramento, uma imagem.
Para quem tem a experiência de Deus, o mundo é uma grande mensagem.
Mas existem coisas que surgem sem que possamos interferir. Neste caso, é preciso saber olhar - com sabedoria - o que se passa. O que perturba o espírito do homem não são os fatos, mas o julgamento que fazem a respeito dos mesmos.
Não peça que tudo na sua vida siga o caminho de sua vontade.Reze para que as coisas aconteçam como elas precisam acontecer - e verá que tudo é muito melhor do que você estava esperando.
Captar Deus é tê-lo em todas as dimensões da vida, não apenas em situações privilegiadas, como quando se comunga ou se reza. Ter a experiência de Deus sempre - andando na rua, respirando o ar poluído, alegrando-se, tomando cerveja, procurando entender um texto que se esteja estudando. Deus vem misturado com tudo isto; e qualquer situação é suficientemente boa para captá-lo e dizer:” Ele anda conosco”.
A chave do místico é procurar ver o que está por trás de cada coisa, o que a constitui e sustenta. Não ficar preso ao superficial, - mas fazer de tudo um símbolo, um sinal, um sacramento, uma imagem.
Para quem tem a experiência de Deus, o mundo é uma grande mensagem.
Unidade
Somos fagulhas de uma grande fogueira cósmica, e cada fagulha contem em si a intensidade da luz divina.
Não existe um reino de Deus e um reino da Natureza; o que chamamos de matéria é apenas a porção visível do Espírito. Estamos o tempo todo no Paraíso, e o Paraíso está em nós.
Por que não nos damos conta?
Porque temos medo de nossa coragem. Achamos que, se arriscarmos e perdermos, toda a nossa fé irá embora. Mas a coisa não funciona assim; quem arrisca, sabe que não há derrota possível.
Não existe um reino de Deus e um reino da Natureza; o que chamamos de matéria é apenas a porção visível do Espírito. Estamos o tempo todo no Paraíso, e o Paraíso está em nós.
Por que não nos damos conta?
Porque temos medo de nossa coragem. Achamos que, se arriscarmos e perdermos, toda a nossa fé irá embora. Mas a coisa não funciona assim; quem arrisca, sabe que não há derrota possível.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
The Secret
E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou.
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus;
Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.
Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis.
Marcos 11: 21-24
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus;
Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.
Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis.
Marcos 11: 21-24
sábado, 8 de novembro de 2008
Aprendizado
Não existe um só grão de areia no universo que seja retirado do lugar sem um propósito;
ate o fato de o grão permanecer no mesmo lugar já é o propósito;
e esse propósito é criado quando se tem "consciência" de que existe tal propósito!
By Ems
ate o fato de o grão permanecer no mesmo lugar já é o propósito;
e esse propósito é criado quando se tem "consciência" de que existe tal propósito!
By Ems
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Deus é tudo
O mestre disse: “tudo é Deus”.
Quando o discípulo ouviu isso, compreendeu: Deus é a única realidade, preenche tudo.
Saiu da aula eufórico.
Neste momento, viu um elefante correndo, pela rua, enquanto o seu condutor gritava: “saiam da frente! O animal disparou!”
O discípulo pensou: “por que devo fugir? Eu sou Deus, o elefante também. Ele não me fará mal!”. E não se mexeu.
Segundos depois, foi atropelado e quase morria.
Seu mestre veio socorrê-lo, e o discípulo afastou-o: “achei que tudo era Deus!”
“Sim”, disse o mestre. “O elefante, você, mas também o condutor. Por que você não escutou Deus falando para sair da frente?”
Quando o discípulo ouviu isso, compreendeu: Deus é a única realidade, preenche tudo.
Saiu da aula eufórico.
Neste momento, viu um elefante correndo, pela rua, enquanto o seu condutor gritava: “saiam da frente! O animal disparou!”
O discípulo pensou: “por que devo fugir? Eu sou Deus, o elefante também. Ele não me fará mal!”. E não se mexeu.
Segundos depois, foi atropelado e quase morria.
Seu mestre veio socorrê-lo, e o discípulo afastou-o: “achei que tudo era Deus!”
“Sim”, disse o mestre. “O elefante, você, mas também o condutor. Por que você não escutou Deus falando para sair da frente?”
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Loucura Controlada
— Mas se nada tem importância, Dom Juan, por que importa que eu aprenda a ver?
— Já lhe disse uma vez que nosso destino como homem é aprender, para melhor ou pior — afirmou. — Aprendi a ver e lhe digo que nada realmente importa. Agora é sua vez. Talvez algum dia você aprenda a ver e então saberá se as coisas importam ou não. Para mim nada importa, mas talvez para você tudo importará. Você já devia saber que um homem de conhecimento vive pelos atos, não por pensar nos atos, e não por pensar no que vai pensar depois que acabar de agir. Um homem de conhecimento escolhe um caminho de coração e o segue; e depois olha e se regozija e ri; e então ele vê e sabe. Sabe que sua vida terminará muito depressa; sabe que ele, como todos os outros, não vai a parte alguma; sabe, por que vê, que nada é mais importante do que qualquer outra coisa. Em outras palavras, um homem de conhecimento não tem honra, nem dignidade, nem família, nem nome, nem prática, mas apenas a vida a ser vivida, e, nessas circunstâncias, sua única ligação com seus semelhantes é sua loucura controlada. Assim, o homem de conhecimento se esforça, transpira e bufa; e, se se olhar para ele, parece um homem comum, só que tem que a loucura de sua vida está controlada. Como nada é mais importante do que outra coisa qualquer, um homem de conhecimento escolhe qualquer ato e age como se lhe importasse. Sua loucura controlada o leva a dizer que o que ele faz importa e o faz agir como se importasse, e no entanto ele sabe que não é assim; de modo que, quando pratica seus atos, ele se retira em paz, e quer seus atos sejam bons ou maus, dêem certo ou não, isso não o afeta de todo.
"Um homem de conhecimento pode preferir, por outro lado, permanecer totalmente impassível e nunca agir, e comportar-se como se ser impassível realmente lhe importasse; ele também será sincero agindo assim, pois isso também seria sua loucura controlada".
— Já lhe disse uma vez que nosso destino como homem é aprender, para melhor ou pior — afirmou. — Aprendi a ver e lhe digo que nada realmente importa. Agora é sua vez. Talvez algum dia você aprenda a ver e então saberá se as coisas importam ou não. Para mim nada importa, mas talvez para você tudo importará. Você já devia saber que um homem de conhecimento vive pelos atos, não por pensar nos atos, e não por pensar no que vai pensar depois que acabar de agir. Um homem de conhecimento escolhe um caminho de coração e o segue; e depois olha e se regozija e ri; e então ele vê e sabe. Sabe que sua vida terminará muito depressa; sabe que ele, como todos os outros, não vai a parte alguma; sabe, por que vê, que nada é mais importante do que qualquer outra coisa. Em outras palavras, um homem de conhecimento não tem honra, nem dignidade, nem família, nem nome, nem prática, mas apenas a vida a ser vivida, e, nessas circunstâncias, sua única ligação com seus semelhantes é sua loucura controlada. Assim, o homem de conhecimento se esforça, transpira e bufa; e, se se olhar para ele, parece um homem comum, só que tem que a loucura de sua vida está controlada. Como nada é mais importante do que outra coisa qualquer, um homem de conhecimento escolhe qualquer ato e age como se lhe importasse. Sua loucura controlada o leva a dizer que o que ele faz importa e o faz agir como se importasse, e no entanto ele sabe que não é assim; de modo que, quando pratica seus atos, ele se retira em paz, e quer seus atos sejam bons ou maus, dêem certo ou não, isso não o afeta de todo.
"Um homem de conhecimento pode preferir, por outro lado, permanecer totalmente impassível e nunca agir, e comportar-se como se ser impassível realmente lhe importasse; ele também será sincero agindo assim, pois isso também seria sua loucura controlada".
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O Amor
O amor real não existe quando duas pessoas estão grudadas, somente poderá ser estabelecido entre duas fortes pessoas que estão seguras de sua individualidade. Uma pessoa superficial somente terá relações superficiais. Caso queira um verdadeiro amor, é fundamental desenvolver uma forte auto-identidade em primeiro lugar. O amor verdadeiro não está no ato de realizarmos o que a outra deseja que façamos, ou fingirmos ser o que na verdade não somos. O amor ideal é somente criado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes.
A meta
Quando você crê ser uma pessoa, vê pessoas em todas as partes. Na realidade não há pessoas; só fios de recordações e hábitos. No momento da realização a pessoa tem um fim. A identidade permanece, mas a identidade nao é uma pessoa, mas parte da própria realidade. A pessoa nao tem nenhum ser em si mesma; é um reflexo na mente da testemunha, o "eu sou", que novamente é um modo de ser.
Quando a mente está tranquila, chegamos a conhecer-nos como a pura testemunha. Nós nos retiramos da experiência e do experimetador, e nos mantemos a parte na Consciência pura, a qual está entre eles e além dos dois. A personalidade baseada na auto-identificação, em imaginar-se que se é algo "eu sou isto, eu sou aquilo" continua, mas como parte do mundo objetivo. Sua identificação com a testemunha é imediata.
O que nasceu deve morrer. Só o que não nasceu é imortal. Encontre o que nunca dorme e nunca desperta, e cujo pálido reflexo é nosso sentido de "eu".
P: O que devo fazer para encontrá-lo?
M: Como vc encontra alguma coisa? Pondo o coração e mente nela. Deve haver interesse e recordação constantes. Recordar o que necessita ser recordado é o segredo do exito. Chega-se a ele mediante a seriedade.
P: Quer dizer simplesmente que o desejo de descobrir é suficiente? Certamente serão necessárias qualificações e oportunidades.
M: Estas chegarão com a seriedade. O que é supremamente importante é liberar-se das contradições; a meta e o caminho não devem estar em níveis diferentes; a vida e a luz não devem opor-se, o comportamento nao deve trair as crenças. Chame-o de honestidade, integridade, totalidade; não deve ir para trás, desfazer, desenraizar, abandonar o terreno conquistado. A tenacidade de propósito e a honestidade na busca o levarão a sua meta.
Quando a mente está tranquila, chegamos a conhecer-nos como a pura testemunha. Nós nos retiramos da experiência e do experimetador, e nos mantemos a parte na Consciência pura, a qual está entre eles e além dos dois. A personalidade baseada na auto-identificação, em imaginar-se que se é algo "eu sou isto, eu sou aquilo" continua, mas como parte do mundo objetivo. Sua identificação com a testemunha é imediata.
O que nasceu deve morrer. Só o que não nasceu é imortal. Encontre o que nunca dorme e nunca desperta, e cujo pálido reflexo é nosso sentido de "eu".
P: O que devo fazer para encontrá-lo?
M: Como vc encontra alguma coisa? Pondo o coração e mente nela. Deve haver interesse e recordação constantes. Recordar o que necessita ser recordado é o segredo do exito. Chega-se a ele mediante a seriedade.
P: Quer dizer simplesmente que o desejo de descobrir é suficiente? Certamente serão necessárias qualificações e oportunidades.
M: Estas chegarão com a seriedade. O que é supremamente importante é liberar-se das contradições; a meta e o caminho não devem estar em níveis diferentes; a vida e a luz não devem opor-se, o comportamento nao deve trair as crenças. Chame-o de honestidade, integridade, totalidade; não deve ir para trás, desfazer, desenraizar, abandonar o terreno conquistado. A tenacidade de propósito e a honestidade na busca o levarão a sua meta.
A Batalha
Para o guerreiro,
em sua batalha não existe luta;
Exitem apenas dois lados
Um forte e corajoso
e outro fraco e cheio de medo.
Ele utiliza ambos os lados
e aprende com os mesmos.
Com o fraco e amendrontado
sempre ensinando
o caminho
para o forte e corajoso
caminhar !
By Ems
em sua batalha não existe luta;
Exitem apenas dois lados
Um forte e corajoso
e outro fraco e cheio de medo.
Ele utiliza ambos os lados
e aprende com os mesmos.
Com o fraco e amendrontado
sempre ensinando
o caminho
para o forte e corajoso
caminhar !
By Ems
Evoluçao
"A evolução biológica é, em grande parte, uma história das fugas pelos corredores cegos da superespecialização; a evolução das idéias, uma série de fugas da tirania dos hábitos mentais e das rotinas estagnantes. Na evolução biológica, a fuga é realizada por um refúgio do adulto num estágio juvenil como ponto de partida para uma nova vereda; na evolução mental, por uma regressão temporária a modos mais primitivos e desreprimidos de ideação, seguido pelo salto criativo para adiante"
Sabedoria
A loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens. Ora, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes.
Corintios 1: 25-27
Corintios 1: 25-27
Assinar:
Postagens (Atom)




